3 comentários para “O “lado obscuro” de João Paulo II”

  1. Uma imagem que poderia também ilustrar a texto: http://www.latinamericanstudies.org/theo/cardenal.jpg (Reprova publicamente o Pe. Ernesto Cardenal)

    Aplica-se a João Paulo II o mesmo raciocínio de Chesterton sobre a Igreja: as críticas que fazem a ele são tão diametralmente opostas que só tem fundamento na cabeça de quem as pensa. Os lefebvristas o chamam de “progressista” e os “progressistas” o chamam de reacionário. No fim, essas duas categorias de críticos são a mesma coisa: protestantes práticos. Em ambos os lados é fácil achar quem usurpe da Igreja a autoridade e proclame santos por conta própria; em ambos os lados ouve-se praticamente os mesmos argumentos sobre ter ressalvas a respeito do Magistério dos Papas.

    É impressionante o que esse povo teria de assunto em comum. Dia desses ainda veremos por aí a FraBoLEI: “Fraternidade Boff-Lefebvrista de Esculhambação da Igreja”. O grupo de leigos deles será a “Juventude Popular Tradicional na Internet Pela Condenação dos Papas”. É o comunotradicionalismo, ou o tradmarxismo.

  2. Esse texto é excelente, só o tinha visto em espanhol mas assim traduzido está bem melhor :D .

    Ao Carlos, que comentou acima, parabéns, nunca vi uma síntese tão perfeita sobre essa discussão, realmente no fundo esses dois grupos são revolucionários.

    Fique com Deus, salve Maria!

  3. Sobre a repreensão pública dada a Ernesto Cardenal, em uma entrevista este declara: «O que João Paulo II me disse foi: “O senhor deve regularizar a sua situação”». Existe um vídeo da rtve.es.

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