7 comentários para “A Missa é como um poema, não suporta enfeite nenhum”

  1. Só posso dizer: a Missa é algo que transforma, e a tansformação requer calma, perseverança, concentração, SILÊNCIO !

  2. Padre, perfeito! O que muitos clérigos e teólogos fazem questão de não ver, uma artista, de alma sensível, vê. Que lição ela dá em muitos, hein? Assino embaixo do que ela disse.

  3. Eu achei muito bem colocado a importância da Missa!
    Acredito que é muito importante o silêncio e o respeito pelo sagrado, que com o tempo parece ter sido perdido ao longo do tempo.

  4. Padre sua benção! Olhe, este post é maravilhoso e eu não resisti e publiquei em meu Blog, colocando os devidos créditos. Parabéns pelo site!
    Quando tiver oportunidade, visite o meu:
    http://www.querosercomunidade.blogspot.com
    Abraços, paz e bem!

  5. Incrível! Sem palavras para comentar as palavras de Adélia Prado. Ela descreveu tudo o que ocorre dentro de várias Igrejas e em tudo quanto é diocese. Horror ao silêncio, enfeites em demasia, palmas, esvaziamento do sentido do sagrado, etc. Como ela cita, pior é aguentar a falácia do povo de que missa boa é missa com muita música, muita animação, muitos jovens, o padre dançando, comunhão em duas espécies pra todo mundo, o povo co-celebrando junto com o padre… A Igreja mais próxima da minha casa onde se celebra uma missa ‘diferente’ de tudo isso que tem por aí, fica a mais ou menos 65 km de distância e é no rito Tridentino. Desde que eu me vejo por gente, não me lembro de ter participado de um ritual tão ou mais piedoso do que esse.

  6. Perfeito. A alma sensível de Adélia Prado percebe e diz com poesia e precisão o que é e como deve ser a celebração da Santa Missa. Muitos padres deveriam compreender isso.

  7. Caríssimo Pe. Demétrio,
    Há tempos acompanho este espaço, porém nunca tinha tido a oportunidade de postar nada, e olha que coincidência… coincidência?! Não! Olha que Providência Divina.

    Por muitos anos frequentei a Paróquia Sagrados Corações, frequentei, servi, amei, me doei… Infelizmente não tive um contato mais próximo com o senhor apesar de ter assistido muitas de suas missas, inclusive a primeira. Hoje mudei de estado, e só por isso não frequento mais a PSC, porém meu coração e minhas orações continuam atreladas a essa paróquia.

    Lendo esse belíssimo post constatei que tudo o que passei no meu ultimo ano na PSC foi resumido por Adélia Prado, quantas vezes sai da missa e tinha a infinita necessidade de procurar um lugar para rezar, quantas vezes xinguei em pensamento o “animador” que na hora da consagração cantava alto e não me deixava falar com Deus, simplesmente contemplar o MEU DEUS e MEU TUDO, e eu havia esperado tanto por este momento… e sentia que saia dali pior do que quando entrei…

    Desculpe o desabafo, mas essa é a minha tentativa de tentar reavivar a minha paróquia. Desejo um dia poder voltar e encontrar uma paróquia unida, participar da Santa Missa, e contemplar os mistérios do Pai sem ninguém gritar em meus ouvidos na hora da Consagração, que o Padre ocupe lugar de Padre e coroinha de coroinha. Que a missa seja o que diz a poeta: “É Cristo se encarnando, tendo a sua Paixão, morrendo e ressuscitando. Nós não temos de botar mais nada em cima disso, é só isso”.

    “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé” Tm 4,7

    Paz e Bem!!!

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