22 comentários para “Arquidiocese de Niterói e as palmas na Santa Missa”

  1. Esse post veio em excelente hora, padre! Minha equipe ficou responsável pela liturgia da Missa de sábado no retiro a ser realizado neste final de semana. Certo que lerei esta mensagem antes da Missa.

  2. De fato os motivos apresentados no texto são para no mínimo levar-nos a uma reflexão.
    No entanto, nas Missas com o papa o povo bate muitas palmas, principalmente nas canonizações.
    Ou não?
    Sua benção!

  3. [...] escrito pelo senhor bispo auxiliar] está no site da Arquidiocese de Niterói e foi replicada no blog do Pe. Demétrio nos seguintes termos [com grifos [...]

  4. Fiquei um pouco assustada com tal restrição dos nossos bispos, mas tem-se de fato exagerado nas palmas, omitindo-se o sagrado silêncio.

    Contudo, padre, vejo em muitas comunidades erros tão grosseiros quanto estes. Nosso bispo terá de escrever muitas outras cartas para recuperar a sacralidade e sacrificialidade do mistério eucarístico.

  5. Olá Padre!
    Sua benção…
    Gostaria de saber se posso repassar alguns dos textos que são colocados em seu blog para os meus contatos.
    Obrigado!

  6. É triste o Bispo ter que tomar um atitude dessas, quando o Sacerdote que celebra avisa o povo e dá no mesmo que nada. Parabéns pela atitude! E Viva Roma!!!

  7. É com profunda alegria que recebo esse artigo de D. Roberto e a determinação de D. Alano e D. Roberto a respeito do bater palmas na Santa Missa.

    Eis um pequeno texto de São Leonardo de Porto Maurício, que apenas reforça o que foi colocado pelo nosso Bispo Auxiliar:

    “Eis o meio mais adequado para assistir com fruto a Santa Missa: consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos.” (São Leonardo de Porto Maurício. Tesouro Oculto)

  8. Graças a Deus voltamos ao silêncio e maior recolhimento durante a celebração da Missa. Muito barulho nem em shows, circo ou na rua faz bem aos ouvidos. Ao menos na Igreja possamos propiciar a paz tão rara nesses tempos difíceis, de tantos transtornos, escândalos e abusos.

  9. O que acabaria com as palmas seriam as músicas “pop’s”. Mas isso é quase um sonho…

    É uma pena que Dom Orani não tenha feito o mesmo. Será que ainda devo ter esperanças?

  10. Pelo menos, agora, ficamos sabendo que há um artigo do Bispo Auxiliar Dom Roberto quanto à restrição a respeito das palmas na Santa Missa. Há bem pouco tempo, falava-se, mas não havia um documento sequer (pelo menos não encontrei no site da Arquidiocese) que tratasse do assunto.
    Como o fiel católico deve ser obediente ao seu Bispo, precisamos acatar tal determinação, unindo-nos cada vez mais em orações pelos nossos bispos, sacerdotes e diáconos.
    Tanto na Santa Missa como na Adoração precisamos do silêncio para o encontro com o Senhor.

  11. Excelente iniciativa dos Srs. Bispos! Chega de banalizar a Liturgia tratando Nosso Senhor como carismático líder populista ou como apresentador de palco!
    Queremos celebraçõs em que consigamos entrar em clima de adoração e não atos que superem a barulheira do quotidiano urbano externo ao local sagrado.

  12. Recebemos através do nosso pároco o documento feito por Dom Roberto e aproveitamos para estudá-lo. Na minha paróquia há 5 anos não se bate palmas, não se utiliza guitarras, baterias, etc. A Santa Missa é a renovação do sacrificio de Nosso Senhor, ele se deixou crucificar para nossa salvação o que não é motivo de palmas. Espero sinceramente que todos os padres da Arquidiocese obedeçam as determinações da Santa Igreja para que a Santa Missa não se torne uma banalidade.

  13. Padre, a sua bênção!
    Admiro muito o seu trabalho.
    Sou Catarina e moro em Niterói, participo das missas na Nossa Senhora das Dores do Ingá.
    Gostaria que me esclarecesse uma coisa e ficarei muito grata se isso te for possível.
    Trata-se da restrição às palmas na Santa Missa. Concordo que as palmas não podem acontecer em todos os cânticos, mas reduzí-las somente ao glória e ao santo, é restringi-las por demais. Pelo que ouvi e li, “a Missa, que como sabemos é renovação incruenta da paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo …. Minha dúvida: A Missa não é também um encontro feliz com o Cristo Ressuscitado e por isso a celebramos no domingo, dia do Senhor?
    As palmas não poderiam acontecer também no canto de entrada e no canto final? Penso que com restrição no Advento e na Quaresma.
    Ficarei muito feliz com sua resposta.
    Muito obrigada.

  14. Querido Padre, é certo que algumas atitudes dos fiéis como o exagero nas palmas ofuscam a divindade do Sacramento. Porém a Missa também é celebração da ressurreição de Cristo, não?
    Me perdoe se estou sendo grosseira, mas analise comigo, Jesus “venceu” o mundo, a cruz não pode lhe segurar, ele seguiu todos os preceitos do Pai… Imagina Deus triste diante de tal situação?
    Pe. há momentos na Missa que condizem com o Silêncio em sinal de respeito, de amor. Porém também a momentos como o Glória que como o próprio nome diz é uma glorificação…
    Será que não merece palmas?
    Em minha opinião a divindade do sacramento advém principalmente da relação íntima que cada ser exerce com Jesus e não com bater palmas ou não (no momento devido).
    “A Santa Missa é a renovação do sacrificio de Nosso Senhor, ele se deixou crucificar para nossa salvação o que não é motivo de palmas.” Tudo bem, concordo. Porém também é areissureição a vida após a morte de Nosso Senhor, Jesus não iria nos castigar não é mesmo se batessemos palmas em sinal de alegria pela sua vitória?
    Sua Benção!

  15. Caríssimo Pe. Demétrio,
    Neste domingo fui à missa e batemos palmas no canto de entrada. Percebi algo que não acontecia antes das restrições: a comunidade ficou dividida, uns batiam, outros não. Ficou feio, pois antes, a meu ver, as palmas nesse momento, significava apenas que estávamos alegres por aquilo que iria acontecer, a saber, a Santa Missa.
    Minha pergunta é: PODEMOS BATER PALMAS NO CANTO DE ENTRADA?
    As palmas nesse momento seria uma falta de vivência, ou de entendimento, da sacralidade da Santa Missa?
    Mais confuso que bater palmas é o uso e volume de alguns instrumentos (bateria por exemplo) e nada se falou sobre isso.

  16. Dom Roberto,

    Sua benção! É relevante a proibição das palmas. Tais tipos de conduta acabam propiciando que os fiéis não se comportem adequadamente nas missas. Álias, deveria haver proibição quanto ao ingresso
    nas missas com vestes inadequadas: bermudas, mini-blusas, calças baixissimas, chinelos, etc. A solenidade da Missa em função do seu simbolismo e do seu fim deve ser respeitada. Recentemente li que estamos vivendo uma crise liturgica e não deve haver tolerância. Congratulações e perdão.

  17. Bom dia Padre Demétrio!
    Gostei muito do tema sobre as palmas na Santa Missa. Leva a muitas reflexões todos os comentários são muito bons também e o último sobre o que usar na Santa Missa também deveria ser tema para opiniões.
    Estou aprendendo a coordenar uma pastoral, a Pastoral da Cultura aqui em nossa cidade. Macaé, na Paróquia São João Batista.
    Peço autorização para postar em nosso blog informações deste site.
    Estou necessitando de orientações para estruturar a nossa pastoral, já temos trabalhos iniciados e queremos melhorar.
    Há na Arquidiocese um setor específico para esta pastoral, ou o senhor mesmo poderá nos ajudar?
    Obrigada e parabéns pelas informaões neste site!
    Gi.

  18. Concordo em tudo não tem nem o que por nem o que tirar!

  19. Pe. Demétrio,

    Temos, eu e minha família, acompanhado suas palestras, assim como as do Pe. Paulo Ricardo, como muita alegria! Bom saber que ainda há zelo com relação à missa e ao Sagrado. Já estávamos desanimados, pensando em passar a participar das missas dominicais no Mosteiro de São Bento. Porque, para onde a gente vai, é quase uma regra ver “missas-show”, com baterias ensuredecedoras, solos de guitarra estilo rock pesado (outro dia um indivíduo desses tocou trecho de música do Guns and Roses), ou reggae, ou seja lá o que for, que tenta esvaziar a sacralidade da missa, como se esta fosse um showzinho qualquer. Sem falar no pessoalzinho que sobre ao presbitério para cantar Salmos, como se estivessem em um palco, e fossem os centros das atenções, os “astros” do espetáculo! Sacodem cabeça, se sacodem dançando, mulheres dando gritos agudos, não sei imitando quem… se Whitney Houston, Mariah Carey, ou outras do gênero. Já vi homem se requebrando para cantar Salmo… neste caso não era missa, era outro tipo de celebração, mas não importa, Salmo é Palavra de Deus! E mais ainda, o protestantismo que se infiltra nas missas. Parece que se não fizer “missa-show”, ou missa com jeito de culto, não serve! Não enche de gente, não faz sucesso… Não aguentamos mais! Vamos às missas e saímos irritados! Mas é bom saber que há esperença, é bom ver os exemplos do Papa. Agora, esperamos que seus exempos sejam seguidos!

    Obrigado pelas orientações, sua benção,

    Carlos Alexandre.

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